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Tom felicita São José do Jacuípe, Serrinha, Nova Fátima e Ourolândia

O democrata Tom Araújo parabenizou os municípios de São José do Jacuípe, Serrinha, Nova Fátima e Ourolândia, todos completando no mesmo dia mais um ano de emancipação política. A todos o deputado dedicou moção de congratulações e desejou “prosperidade e progresso e que continue seu processo de desenvolvimento econômico, social e político. Que os filhos desta terra tenham muita força e coragem para continuar lutando pelos seus ideais, para que possam elevar ainda mais o nome do município”. O parlamentar destacou a economia local de São José do Jacuípe, que tem por base a  agricultura e  a pecuária de subsistência, “com pequena atividade industrial e comercial, notadamente na área de serviços. A cultura do sisal é também muito importante para a economia local, devido à dificuldade em desenvolver outras culturas, notadamente em razão das características climáticas do semiárido, onde podem ocorrer grandes períodos de estiagem, o que inviabiliza outras lavouras menos resistentes e impossibilita um investimento mais expressivo na pecuária. A cultura do sisal é a que gera a maioria dos empregos na zuna rural”. 

Para Ourolândia, o destaque ficou com a história do município, “criado em 1989, desmembrado de Jacobina, cuja história decorreu da chegada de bandeirantes à procura de minas de ouro na região em princípio do século XVII”. Já Serrinha ganhou realce na moção porque, “conforme registros na JUCEB (Junta Comercial do Estado da Bahia), o município possui 282 indústrias, ocupa 27º lugar na posição geral do Estado da Bahia, e conta com 1.476 estabelecimentos comerciais, sendo, por isso, o 33º dentre os municípios baianos. No setor de bens minerais, Serrinha é produtor de argila, granito, manganês e ouro. Sua agricultura se expressa na produção de manga, caju e cajá. Na pecuária, destacam-se os rebanhos ovinos e suínos, além da criação expressiva de galináceos”. 

Hoje, com 29 anos de emancipação, Nova Fátima foi qualificado pelo deputado como “ um dos mais prósperos municípios baianos, contando com mais de 8.105 habitantes (senso/IBGE 2014), 60% vivendo na zona urbana. Sua economia gira em torno do comércio de pequenas e microempresas e da produção do sisal, sendo uma das maiores produtoras da fibra na região. Atualmente a produção é menor que nos anos 1980, por isso, muitas pessoas deixaram o campo (onde viviam da produção do sisal) e migraram para a sede do município ou para grandes cidades”. Lá, destacou Araújo, o destaque se dá também pela “criação de gado para o corte e produção leiteira (bovinos, caprinos e ovinos). A cidade também é marcada pela preservação da cultura nordestina, mantida por antigos moradores e pela juventude ativa”, pontuou Tom Araújo. 
Arquivo/Agência-ALBA
  • Publicado em: 12/06/2018
  • Setor responsável: ASSESSORIA COMUNICACAO SOCIAL
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